Sou Polímata e o que seria isso?

Sou Polímata e o que seria isso?

Um polímata (do grego πολυμαθής, transl. polymathēs, lit. "aquele que aprendeu muito") é uma pessoa cujo conhecimento não está restrito a uma única área. Em termos menos formais, um polímata pode referir-se simplesmente a alguém que detém um grande conhecimento em diversos assuntos. Muitos dos cientistas antigos foram polímatas de acordo com os padrões atuais .

Alguns polímatas brasileiros foram José Bonifácio, Pontes de Miranda, Mário de Andrade, Joaquim Cardozo, Ruy Barbosa, Otto Maria Carpeaux, Santos Dummont, Enéas Carneiro, Gustavo Barroso e Gilberto Freyre

Esta ideia desenvolveu-se durante o período renascentista italiano, condensada na afirmação de um de seus representantes mais conhecidos, Leon Battista Alberti (14041472): "um homem pode fazer todas as coisas que quiser". Isto incorporou os termos básicos do humanismo renascentista, que considerava o Homem como um ser forte e ilimitado em suas capacidades, e levou à noção de que as pessoas deveriam abraçar todo o conhecimento e desenvolver as suas capacidades ao máximo possível. Ainda, os renascentistas mais talentosos procuraram desenvolver as suas habilidades em todas as áreas do conhecimento, no desenvolvimento físico, nas conquistas sociais e nas artes.

A aptidão para várias áreas do saber é uma das principais características que podem distinguir um gênio. Um dos polímatas mais conhecidos mundialmente foi Leonardo da Vinci.

Embora a polimatia ou construtos similares tenham ganhado uma cobertura mais ampla nos meios populares, a polimatia como campo de estudo científico ainda está numa fase incipiente. As abordagens existentes são variadas e oriundas de diversas áreas de atuação, com pesquisadores vindos de áreas tão diversas quanto psicologia, fisiologia, matemática, administração e educação. Ainda que iniciais, essas pesquisas já demonstram o quanto o crescimento dessa área é importante para compreensão humana e como sua divulgação impacta positivamente na transformação da sociedade em que vivemos hoje. Dado o pequeno número de autores que já publicaram sobre a polimatia em meios acadêmicos, o artigo secciona as diferentes visões sobre polimatia por grupos de autores. 

Para ser um polímata, é preciso aceitar que não se encaixa numa caixa comum e talvez até mesmo incorporar aparentes contradições; a polimatia está sendo intrapessoalmente diversa.

não encaixar em uma caixa arquétipa única ! 



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``Fins dos tempo`` Nascimento do Boi vermelho em israel

``Fins dos tempo`` Nascimento do Boi vermelho em israel

O nascimento de um bezerro vermelho em Israel, anunciado pela entidade judaica Temple Institute na última semana, é visto como “um sinal do fim dos tempos”. O animal é o primeiro totalmente vermelho a nascer em 2 mil anos na região, ainda segundo a instituição, e significa que a pureza “será restaurada no mundo”.

A aparição do bovino, segundo a crença religiosa registrada em profecia bíblica, implicaria na chegada do “messias” esperado pelos judeus — que não seguem a tradição cristã — e marcaria a construção do terceiro Templo de Jerusalém. Ou seja, significaria o início de um novo mundo.

Diretor da entidade, o rabino Chain Richman anunciou o nascimento do animal ao tablóide britânico Daily Star. O bezerro está sendo examinado por especialistas, que pretendem atestar se ele realmente pertence à rara espécie.

Três anos atrás, o Temple Institute criou o programa Raise a Red Heifer in Israel (Crie um Bezerro Vermelho em Israel) para tentar criar o animal na região. A entidade chegou a importar embriões de angus vermelhos dos Estados Unidos e implantá-los em vacas domésticas.

“Se não houve um bezerro vermelho em 2 mil anos, foi porque, talvez, não era o momento certo. Israel se mantinha longe de estar preparada”, disse o rabino ao Daily Star.

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Templo de 3 mil anos descoberto em Israel põe em xeque textos da Bíblia

Templo de 3 mil anos descoberto em Israel põe em xeque textos da Bíblia

Segundo especialistas, edifício religioso data da mesma época que o Templo de Salomão, em Jerusalém, o único que podia ser usado pelos fiéis da época, de acordo com o Livro Sagrado

Escavações em Tel Motza, à leste de Israel, revelaram a presença de um templo antigo contruído no mesmo período em que o Templo de Salomão, também conhecido como Primeiro Templo. Segundo um estudo publicado no Biblical Archaeology Review Professor, a descoberta desafia algumas passagens da Bíblia sobre aquela época. 

Em 2012, um complexo monumental de templos da Idade do Ferro, datado do final do século 10 e início do século 9 a.C., foi descoberto em Tel Motza, perto de Jerusalém. O local, identificado como a cidade bíblica de Moẓa, está situada dentro dos limites da antiga tribo de Benjamim e serviu como centro administrativo para armazenamento e redistribuição de grãos. 

A primeira escavação acadêmica do local, entretanto, só ocorreu em 2019, quando os especialistas focaram em estudar as construções, erguidas uma sobre o outra. Segundo os pesquisadores, eles encontraram diversos objetos no sítio arqueológico que indicavam que as construções eram templos religiosos, o que foi uma surpresa. 

"Poderia realmente existir um templo monumental no coração de Judá, nos arredores de Jerusalém? Jerusalém sabia disso? Se sim, esse outro templo poderia ter sido parte do sistema administrativo judaíta?", questionou um dos estudiosos, Shua Kisilevitz, em declaração à imprensa. "A Bíblia detalha as reformas religiosas do rei Ezequias e do rei Josias, que consolidaram práticas de adoração ao templo de Salomão, em Jerusalém, e eliminaram atividades ligadas a cultos além de seus limites."

De acordo com o especialista, sua descoberta indica que provavelmente o Primeiro Templo não era o único local de adoração, como apontam os textos bíblicos. "Ficou claro que templos como o de Motza não só poderiam, mas também devem ter existido durante a maior parte da Idade do Ferro", disse Kisilevitz.

Os diversos artefatos e destroços encontrados na cidade de Motza, como estátuas, um altar, uma mesa de oferendas e até uma cova, foram muito importantes para os estudos da equipe, indicando também pistas sobre como funcionavam os rituais daquele período.

"Apesar das narrativas bíblicas que descrevem as reformas de Ezequia e Josias, havia templos sancionados em Judá, além do oficial em Jerusalém", afirmou Oded Lipschits, outro pesquisador, em comunicado. "Nossas descobertas até agora mudaram fundamentalmente a maneira como entendemos as práticas religiosas dos judaítas." 

Uma das hipóteses criadas pela equipe para explicar a existência dos templos fora de Jerusalém é simples: a cidade estava crescendo, e outro templo era necessário para atender a demanda dos povos da região. Segundo os pesquisadores, estudando a economia da época em conjunto com sua função religiosa, a ideia de que uma política local surgiu na região de Motza é reforçada. 

"Sugerimos que o templo de Tel Motza fosse o empreendimento de um grupo local, inicialmente representando várias famílias grandes ou talvez aldeias que se uniram para reunir seus recursos e maximizar a produção e o rendimento", escrevem os pesquisadores. "O resto ainda está para ser descoberto."

Figura encontrada durante as escavações no templo (Foto: Pascal Partouche/Israel Antiquities Authority/Tel Aviv University



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Os problemas da constante cosmológica e da coincidência cósmica

Os problemas da constante cosmológica e da coincidência cósmica

Os problemas da constante cosmológica e da coincidência cósmica

Os problemas da constante cosmológica e da coincidência cósmica


A explicação mais simples para a natureza da energia escura é que se trata da energia do vácuo, ou seja a energia intrínseca ou fundamental de um certo volume de espaço “vazio”. Esta energia corresponderia, na teoria da Relatividade Geral, ao efeito da chamada constante cosmológica, normalmente designada por Λ. As observações relativas às supernovas e que conduzem à conclusão de que o Universo estará em expansão acelerada são consistentes com uma valor muito pequeno e positivo para esta constante, da ordem de 10-29g/cm3

O problema da constante cosmológica consiste no facto de que as teorias quânticas de campo prevêm um valor muito maior para esta constante, a partir do cálculo da energia do vácuo quântico. De facto, em mecânica quântica, pares de partículas e anti-partículas estão constantemente a ser criadas a partir do vácuo, e embora estes pares existam durante um intervalo de tempo extremamente curto antes de se aniquilarem mútuamente, este processo contribui para a energia do vácuo, obtendo-se um valor que, dependendo da teoria que se utiliza, pode ser 120 ordens de grandeza maior do que o valor mencionado acima e necessário para explicar as observações. Este é visto actualmente como um dos problemas fundamentais da Física e não existe de momento nenhuma solução para ele.

Outro problema relacionado com a constante cosmológica é o chamado problema da coincidência cósmica e que consiste no facto de que existe uma coincidência aproximada entre a densidade de energia do vácuo e a densidade de matéria no Universo actual. Isto é particularmente estranho atendendo a que o balanço relativo entre estas energias varia rápidamente à medida que o Universo se expande. De facto, no universo primordial a energia do vácuo era desprezável em comparação com a matéria enquanto que recentemente a situação se inverteu e é a energia do vácuo que começou a dominar. Existe então um período relativamente curto na história do Universo em que estas densidades de energia são comparáveis e parece uma coincidência estranha que esse período seja precisamente em torno do presente. 
Apesar da constante cosmológica ser a hipótese mais simples para a natureza da energia escura, estes problemas levaram os físicos a procurar alternativas para a natureza desta energia, assunto de que trataremos na próxima semana. 

A Mecânica Quântica descreve o vácuo como um entidade preenchida por pares partícula-antipartícula, que são contínuamente criadas e destruídas, a que corresponde uma energia global de natureza repulsiva para distâncias suficientementes grandes. 


Modelos de energia escura

A explicação mais simples para a natureza da energia escura é de que se trata da energia do vácuo quântico, caso em que seria uma entidade constante no tempo e descrita matemáticamente pela introdução da chamada constante cosmológica nas equações da Relatividade Geral. Contudo, esta hipótese conduz a problemas teóricos graves, nomeadamente os problemas da constante cosmológica e da coincidência cósmica, conforme discutimos a semana passada.


Alternativamente, a energia escura pode corresponder à existência de partículas (ou campos) ditas escalares com determinadas características, conduzindo aos chamados modelos de quinta-essência. A quinta-essência difere da constante cosmológica por ser dinâmica, isto é, variar no espaço e no tempo. Embora a existência de campos escalares seja prevista pelas teorias de unificação das interações fundamentais (TUIF) da Natureza, como a teoria das cordas quânticas, eles ainda não foram observados experimentalmente. Nalguns destes modelos o problema da coincidência cósmica é contornado surgindo, no entanto, outro tipo de problema nomeadamente estes campos devem ter uma massa muito pequena para não aglomerarem e formarem estruturas, o que não é natural no contexto da teórica quântica dos campos.

Uma outra possibilidade que tem sido bastante discutida na literatura é a de que a energia escura seja descrita por um gás exótico, com uma equação de estado negativa, o gás de Chaplygin (ou a sua versão generalizada), originalmente proposto para explicar o comportamento da matéria em situações de aerodinâmica. Um bônus muito interessante deste modelo é que este gás descreve simultaneamente a matéria e a energia escuras, unificando assim estes conceitos de uma forma bastante elegante.

Existem também modelos que não recorrem à noção de energia escura. Neste caso, a expansão acelerada do Universo seria devida à existência de correcções à teoria da Relatividade Geral que apenas afectam as grandes escalas, superiores à dimensão digamos dos superclusters. Estas correcções são previstas por algumas TUIF, como as teorias em que o espaço-tempo tem dimensões extra, como é o caso das teorias de branas. 

Neste caso, as modificações da Relatividade Geral ocorrem devido ao facto de que os gravitões (partículas elementares hipotéticas que transmitem a força gravitacional) virtuais podem escapar para as dimensões extra, o que causaria uma redução da atração gravítica (a grandes distâncias) superior à que seria de esperar com base na Relatividade Geral.

Existe portanto uma grande variedade de modelos para explicar a expansão acelerada do Universo, com diferentes méritos e problemas do ponto de vista teórico, sendo agora necessário testar as suas previsões através da observação para se estabelecer qual o mais correto.



A possível existência da energia escura leva necessariamente a uma revisão da nossa perspectiva sobre o destino do Universo.

De facto, antes da descoberta da expansão acelerada do Universo, pensava-se que o seu destino se decidia pela competição entre a expansão causada pela “explosão” inicial (o Big-Bang) e a força atrativa da gravidade, que tende a contrariar a expansão. Se o Universo fosse apenas constituído por matéria, a sua geometria determinaria completamente o seu futuro. Assim, um universo (espacialmente) aberto não teria massa suficiente para que a força da gravidade ganhasse e o universo se expandisse para sempre enquanto que um Universo fechado teria, pelo que a expansão seria cada vez mais lenta até que cessaria e se iniciaria um colapso. O caso do Universo (espacialmente) plano é um caso limite em que existe exatamente a quantidade de massa necessária para que a expansão seja cada vez mais lenta até que pára assimptoticamente; as medidas recentes das anisotropias da radiação cósmica de fundo permitem concluir que o Universo é plano, dentro da margem de erro da observação, já muito pequena, o que nos levaria à conclusão de que esse seria o destino do Universo.

O destino do Universo

No entanto, a descoberta de que a expansão do Universo está de facto a acelerar e de que a matéria corresponde apenas a cerca de 30% da composição total do universo reabre a questão do seu destino. Em particular, a geometria já não determina completamente o destino do Universo mas mantêm-se três possibilidades: se a densidade de energia escura permanecer constante, a expansão vai continuar a acelerar, os objetos celestes que hoje observamos irão ficando cada vez mais afastados e ficaremos cada vez mais isolados no Universo. Este é o caso previsto pelo modelo que explica a energia escura através da chamada constante cosmológica. Por outro lado, se a densidade de energia escura variar no tempo, a possibilidade mais espetacular é a de que ela aumente no tempo e daqui a muitos biliões de anos venha a causar a destruição de toda a matéria existente no Universo, mesmo ao nível atômico dada a rapidez da expansão. Por outro lado, se a densidade de energia escura diminuir no futuro, é possível que o universo comece a desacelerar podendo mesmo conduzir a um colapso.



Num Universo com energia escura, a variação do factor de escala do Universo com o tempo depende da forma como esta varia no tempo. Se a densidade de energia escura for constante, a expansão continuará a acelerar para sempre; se aumentar, a aceleração da expansão pode ser tão rápida que as galáxias, estrelas, planetas e mesmo os átomos. sejam completamente destruídos, o chamado “Big Rip”. Finalmente, se a densidade de energia escura diminuir com o tempo, o universo pode colapsar, o chamado “Big Crunch”. Crédito: NASA/CXC/M. Weiss. 



A Energia Escura


Observações recentes indicam que a maior parte do Universo não é composto de matéria ordinária (fotões, neutrinos, protões, neutrões, etc) nem mesmo de matéria escura mas sim de uma forma de energia não luminosa que permea todo o espaço, a chamada energia escura.

A evidência de que a energia escura é predominante no Universo actual tem origem essencialmente em dois tipos de observações. Por um lado, as observação relativas às anisotropias da radiação cósmica de fundo permitem-nos concluir que o Universo é plano pelo que a sua densidade de energia será igual à chamada densidade crítica. Existe ainda um conjunto distinto de observações que indicam que a densidade da matéria ordinária e da matéria escura contribuem com apenas cerca de 30% da densidade critíca. Por outro lado, a determinação da relação distância-luminosidade nas Supernovas do tipo IA indica que o Universo está em expansão acelerada. Esta aceleração é normalmente atribuída à presença da energia escura.

Enquanto a matéria está associada a uma força gravitacional atractiva que tende a tornar a expansão do Universo mais lenta, a energia escura é repulsiva e tende a acelerar a expansão. Combinados, esses resultados sugerem que cerca de 70% do Universo é constituído por energia escura e cerca de 30% por matéria, sendo que aproximadamente 25% é matéria escura e 5% matéria ordinária.

No entanto, não se conhece qual a natureza desta energia escura. Do ponto de vista observacional é fundamental determinar se a densidade de energia escura é constante no tempo ou dinâmica, variando muito lentamente no tempo, tendo já sido propostas várias missões que se propõem levar a cabo esta tarefa. Em qualquer dos casos, existem já vários modelos teóricos que pretendem explicar a natureza e evolução da energia escura. Contudo, a sua existência dá origem a problemas técnicos difíceis do ponto de vista teórico, cuja resolução terá muito provavelmente consequências revolucionárias para a cosmologia e para a física fundamental.

Em particular, a evolução da densidade de energia escura determina o destino do Universo; se esta for constante ele continuará a expandir-se de forma acelerada, se não for ele deverá recolapsar, eventualmente até de uma forma catastrófica.



Autoria:

Maria da Conceição Bento
Dep. Física/C.F.T.P. do Instituto Superior Técnico

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A Sujeira que é o Estado e Conflito Entre Militância Politica e Religiosa e o  Direito ao Voto Feminino é uma Conquista do Movimento Feminista?

A Sujeira que é o Estado e Conflito Entre Militância Politica e Religiosa e o Direito ao Voto Feminino é uma Conquista do Movimento Feminista?

     A primeira Pergunta que faço a você que vai lê este artigo é o seguinte você acha que o movimento Feminista veio trazer uma justiça social para igualar os seus direitos ao sexo masculino na sociedade moderna?

    você acha isso, então me Responda quais os direitos que os homens possuem a qual as mulheres não têm ? cite alguns por gentileza !!

   segundo ponto , você acharia certo dentro de uma sociedade onde o princípio que rege nossa sociedade é o princípio  isonômico ou seja o da igualdade eu como agente público criar Leis especificas para atender a um público ou a um gênero em detrimento a todos os demais , sabendo que no Art 5° diz que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações perante a leí e é o papel do Estado preservar todo este formato , e se na prática não preserva é porque há decadência deste formato .

    imagine um exemplo prático, que irei colocar aqui ,  vamos supor que os homens criasse uma leí que apenas atendesse os homens e não as mulheres como constantemente é feito pelas as feministas nos projeto de leí , você não acha que elas seriam as primeiras a reclamar , contudo, o contrário pode e elas não se posicionam quando são as Beneficiadas ,´´ é claro``, nos projeto que são criados com a intenção Narcisista Feminina de apenas beneficiar as mulheres  a todos os Demais , ou seja a politica Brasileira virou um campo para atender os caprichos Feminino e de Militantes que querem que seus anseios sejam atendidos em detrimento a todos os demais , NÃO respeitando o princípio da igualdade e a própria constituição , infelizmente isso não acontece apenas com o Feminismo e sim com várias militância étnicas e de gênero e Religiosa em nosso país realçando a decadência da politica Brasileira que é tão evidente em pleno século 21.

     Todavia em ressaltar tudo isso , pode Parecer que sou um ativista da oposição , ou melhor de direita talvez por conta do argumento de quem não concorda com todo este sadismo e polarização politica ou que rebate todo viés doente ideológicos planejado e instituído em nosso país , seja do contra , ou seja de uma posição politica contrária , contudo isso se deve ao quê? se deve a falta de educação de qualidade em nosso país , ao fanatismo politico desenfreado pelo os movimentos sociais e de todo narcisismo potencializado neste grupos , o Feminismo não obstante não é diferente dos Demais .

    As nossas universidades infelizmente são recheadas de ideologias politicas já que é composta por pessoas ou seja ´´acadêmicos, ``  e esses  mesmos acadêmicos na maioria das vezes pega o seu conhecimento a custa de anos de estudos e de busca  nas universidade  e singulariza toda essa energia nas escolas e universidades  para ser lugar de cabide eleitoreira e palco políticos com a intenção de  influenciar alunos a participar deste ou aquele partido , Deturpando toda a narrativa cientifica e Histórica que fica a mercê do docente e de sua influência ideológica ou politica que vai influenciar o discente com uma narrativa parcial e muitas vezes cheio de contaminação ideológica , usando o conhecimento cientifico para militar em prol de seus próprios anseios .

   Hoje as universidade não se faz mais pensadores , e sim um monte de zumbis ou papagaios que repetem as mesmas coisas de tudo que já foi dito e foi falado, é uma decadência educacional sem precedentes, e é isso que interessa ao estado, ou seja , que essa babilônia continue , para que essas lutas de classes constante , o país se divida e as pessoas estejam preocupadas com outras coisas ao invés de enxergar o que de fato acontece nos próprios olhos sem que elas enxerguem  todos os dias desde o momento que Nasce que elas são enganadas e que o próprio mecanismo principal que é o estado é um que desencadeia toda essas mazelas e este empobrecimento moral e social .

   A Educação pública que o estado oferece gratuitamente só serve para que o ´´Gado`` ou seja o povão sem instrução permaneça dentro do aprisco , pois mediante a ignorância do Gado os governos permanece e os agente público também ludibriando cada dia mais as pessoas , uma educação ideológica dentro dos moldes que favorece o sistema para que mantenha os privilégios de uma oligarquia que visa apenas encher a cada dia mais o bolso de grana enquanto a grande massa 80 a 90 % briguem mutualmente por apenas 20% de toda a riqueza que é intencionalmente mal distribuída.

    Por outro lado a classe de conservadores deseja preservar a tradição dos colonizadores, tradição essas Religiosas , politicas que visa proteger a nobreza do país a custa dos privilégios que usufruídos pelo os mesmos a mercê da miséria e a pobreza da grande maioria .

   Todavia Neste país de grande extensão de terra dividiu-se ideologicamente por camadas , regiões do Norte e Nordeste do país são governadas pela a ideologia esquerdista Potencialmente Radicais e o sul e sudeste do país pela a direita conservadora e muitas vezes  igualmente radicais , e o centro e centro-oeste conservando as raízes do ultraconservadorismo ou seja , os militares , os indígenas e boa parte dos agente público,  que se aglomeram nessa localidade,  que rememoram o período assombroso e ditatorial de nossa nação querendo este mesmo formato novamente , já a educação em cada Região citada é regida ideologicamente de acordo com os interesse politico de cada agente público eleito pelo o povo ou seja , uma decadência Educacional e moral  , contudo dentro destes preambulo procuro ir por um caminho contrário , trazendo um conteúdo neutro e imparcial , situação essa que poucos profissionais terminam por fazer inclusive nas universidades públicas e particulares.

   Um exemplo de radicalismo histórico é do espectro politico dentro do nicho de esquerda é a tentativa de suprimir fatos históricos importante para a nossa história com a tentativa de adequar os fatos históricos aos interesses políticos á qual faz parte o agente público eleito e sua militância politica, por exemplo vamos falar do direito ao voto feminino será que é de fato uma conquista do movimento Feminista , como é relatado em alguns livros de história e em alguns noticiários militantes em nosso país .

   O movimento Feminista diz que é uma conquista que elas conseguiram muito grande que é o voto das mulheres , mas será isso verdade ? eu te digo , não, não é verdade , nem de longe , em 1932 quem se lembra, foi Getúlio Vargas um individuo altamente conservador e de Direita que sancionou a alteração no código eleitoral , estava por conseguinte a cidadania politicas as mulheres brasileiras contudo , sem a exigência da obrigatoriedade do alistamento eleitoral e do voto que mais adiante falaremos mais detalhadamente sobre isso , ou seja um privilégio , posteriormente em 1934 a constituição da república dos estados unidos do brasil ratificou o direito o direito constitucional de voto das mulheres , sendo assim o direito ao sufrágio foi uma concessão e não como é alegado uma conquista do movimento Feminista .

    O movimento Sufragista por exemplo é marcado por um grupo de historiadores e conhecido como o movimento  responsável por obter o voto Feminino, também conhecido como parte da primeira onda do feminismo , vou mostrar com detalhes ao longo do texto que o voto feminino não foi uma conquista feminista , as mulheres não precisaram do movimento feminista para a conquista dos seus direitos civis , elas apenas precisariam de uma concessão , vale ressaltar que os responsáveis por conceder o direito ao voto foram os homens , mas como os homens conseguiram conquistar o direito ao voto?

    Os homens guerrearam e batalharam para escolher seus representantes , o direito a cidadania plena através do voto estava ligado por exemplo a servir ao exercito, para quem não sabe , então podemos observar que os homens conquistaram seus direitos civis por batalharem por isso , já no caso das mulheres no Brasil os responsáveis por propor a ideia do voto feminino e estes por incrível que pareça eram republicanos e conservadores e direitistas, césar zama liderou o movimento para instauração do voto feminino em setembro de 1890 quando a primeira constituição foi elaborada , liderava e e defendia o movimento com a justificativa de que as mulheres poderiam votar pois a constituição não proibia o voto feminino apenas não o mencionava , o primeiro voto feminino ocorreu e, 1928 , no rio grande do Norte , primeiro estado brasileiro a regulamentar o seu sistema eleitoral , inclusive acrescentando um artigo que afirmava o sufrágio sem distinção de sexo , nos dias atuais por exemplo as feministas constantemente dizem que a lei maria da penha também serve para homens e facilmente podemos mostrar que isso é uma inverdade , por exemplo a lei 11 340, ou seja a lei maria da penha foi criada em 07/08/2006, e essa lei cria mecanismo de defesa para proteger a violência doméstica contra as mulheres , ainda que por exemplo as próprias feministas digam que essa lei também protege os homens , isso é uma falácia infelizmente.

   Já a Celina Guimarães Viana  que foi a primeira a votar e querer o voto feminino já que a constituição não proibia o voto feminino ela viveu entre 1890 a 1972, ela disse o seguinte frase, dando uma declaração pública, sobre a concessão ao direito ao voto : ´´ Eu não fiz nada ! tudo foi obra de meu Marido que empolgou-se na campanha de participação da mulher na politica brasileira e, para ser coerente começou com a dele, levando o meu nome de roldão e no final de seu discurso ela complementa , sou grata a tudo isso que devo exclusivamente ao meu saudoso marido , após seu marido encaminhar seu nome para o rol de eleitores , reivindicando a inclusão de sua esposa , a Celina Guimarães tornou-se a primeira mulher habilitada a votar na américa Latina ,vale ressaltar aqui nesta artigo que várias mulheres eram contra o sufrágio e sabe porque ? afinal elas tinham medo de precisarem se alistar .

     E para quem não se lembra o ditador do Povo Getúlio Vargas que é um ultraconservador e em seu governo institui o voto feminino ele surge de um movimento que aglutinou diversas forças sociais ( oligarquias dissidentes , classes médias , setores da burguesia urbana ) e instituições ( notadamente composta pelo o exercito ) que no período inclusive reivindicava participação politica em um cenário até então dominado quase exclusivamente pela a oligarquia cafeeira.

   No que se concerne o direito ao voto feminino não apenas o engajamento das mulheres na causa do voto era menor do que se diz a militância feminista como também as organizações de mulheres contra a aprovação do sufrágio universal em diversos países , relatar de forma públicas que neste período as mulheres estavam preocupadas e angustiadas na luta pela a aprovação do voto feminino é um terrível exagero ,  por exemplo na national portrait gallery , da instituição the smithsonian, lê-se uma breve apresentação da convenção de Sêneca Falls que não deixa dúvidas sobre o pequeno engajamento das mulheres pelo o sufrágio:

  •     Nenhuma mulher se sentiu capaz de presidir ( a convenção de mulheres )  a tarefa foi aceita pelo esposo de Lucrétia, james mott, todas as resoluções foram aprovadas unânimente exceto o sufrágio feminino , uma ideia estranha e dificilmente um conceito que atraísse a audiência composta predominantemente por quakers ( ... ) cem mulheres e homens assinaram a declaração de sêneca Falls --- embora a critica posterior tenha levado alguns a remover seus nomes.
     

   

     Esse cenário de escassa participação feminina dentro do próprio movimento de mulheres só viria mudar discretamente na américa do norte no ínicio dos anos 1980. para ter uma ideia dessa estagnação politica vale atentar para o seguinte : o primeiro estado a conceder o sufrágio as mulheres o fez em 1869e o segundo realizou a mesma concessão apenas em 1893. Na segunda metade da década de 1890 as mulheres já puderam desfrutar de algum avanço: quatro estados americanos com aprovação para o voto feminino 

     Em 2007 por exemplo , julia Bush públicou uma obra com vários fundamentos histórico o livro se chama o anti-sufragismo na Inglaterra , com uma pesquisa que, finalmente não ridicularizava as expoentes do movimento , essa sua pesquisa subentende-se que três grupos de mulheres atuavam na luta contra o voto feminino : existia segundo a sua obra as senhoras imperialistas , as escritoras e as reformadoras maternais , elas defendiam principalmente que as mulheres trabalhassem e ajudassem com filantropia e voluntarismo , mas que não assumissem cargos de poder público e liderança , Mary ward, louise creighton, Ethel Harrison, elizabeth Wordsworth e Lucy soulsby foram as principais lideres do movimento , as mulheres anti-sufragistas compuanham uma liga com mais de 42 mil membros e eram tão numerosas quanto as mulheres favoráveis ao voto , chegando a ser maioria em algumas localidades , a maioria das principais mulheres extraiu seu entusiasmo de convicções profundamente arraigadas sobre a feminilidade , a nação e o império , matéria ´´ women against the vote: Female anti- suffragism in Britain.   

O Escritor católico chesterton escreveu um subcapitulo intitulado A sufragista amilitar , em referência a essa discrepância de direitos . para ele , as mulheres queriam um direito pelo qual não estavam dispostas a lutar e morrer e, depois conquistá-lo continuariam indispostas a dar a vida pela pátria ou pelo primeiro ministro que elegessem como inglês que era chesterton sabia, por exemplo, que os homens americanos conquistaram o direito ao voto em uma guerra sanguinária de quase uma década de duração  . Tanto pior foi na inglaterra desde os tempos de oliver Cromwell.

  È importante ressaltar que realmente em todo o ocidente , o direito à cidadania plena através do voto estava interligado ao dever de servir ao Estado estando à disposição do exercito , os homens sempre estiveram facilmente adaptados à ideia de servir  ao país durante as guerras , mas não se pode dizer o mesmo das mulheres . o portal da suprema côrte nos estados unidos registra com clareza :

  •     O serviço militar obrigatório não é abjeto a um governo livre nem está em conflito  com as garantias constitucionais da liberdade individual . Na verdade , não se pode duvidar de que a própria concepção de um governo justo e seu dever para com o cidadão inclui o dever do cidadão de prestar serviço militar em caso de necessidade , e o direito do governo de obriga-lo. o poder do congresso de obrigar o serviço militar como no projeto de lei seletiva , claramente sustentado pela constituição original ( .... ) ampliou o escopo nacional do governo fazendo com que a cidadania americana se tornasse dominante e soberana , em vez de subordinada e derivada .

      ou seja ao receberem o direito ao voto sem a obrigação de alistamento as mulheres não conquistaram direitos iguais , mas sim direitos desiguais , o que podemos chamar de privilégios , ou seja elas queria o direito ao voto mas não queriam ser alistada e se arriscar na guerra e nem no serviço militar , já no caso de celina guimarães citada neste artigo algumas feministas inclusive reconhecem timidamente que celina jamais participou de nenhum movimento sufragista , não há registro de sua atuação em grupos que lutavam por direitos civis das mulheres provavelmente seu próprio depoimento confirma isso : tudo foi obra do meu marido (.... )tudo isso que devo exclusivamente ao meu saudoso marido 


Referência 

2010 . Mulheres Brasileiras na Política: Marina Silva, Benedita da Silva, Zélia Cardoso de Mello, Marta Suplicy, Ellen Gracie Northfleet, Adalgisa Nery  

PERROT, Michelle. Minha história das mulheres. (Trad.) Ângela M. S. Corrêa. São Paulo: Editora Contexto, 2008. 

PINTO, Céli Regina Jardim. Uma história do feminismo no Brasil. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2003. REALE, Miguel. Filosofia do direito. 17 ed. São Paulo: Saraiva, 1996. RODRIGUES, João Batista Cascudo. 

A mulher brasileira: direitos políticos e civis. 3 ed. Brasília: Centro Gráfico do Senado Federal, 1993. 

SILVA, De Plácido e. Dicionário Jurídico. 26 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2006. SOW, Marilene Mendes. A participação feminina na construção de um parlamento democrático. Brasília: Biblioteca da Câmara dos Deputados, 2009. TABAK, Fanny; TOSCANO, Moema. Mulher e política. Editora Paz e Terra, 1982 

HAHNER, June E. A mulher brasileira e suas lutas sociais e políticas (1850-1937). (Trad.) Maria Thereza P. de Almeida e Heitor Ferreira da Costa. São Paulo: Editora Brasiliense, 1981.

BOBBIO, Noberto; MATTEUCI, Nicola; PASQUINO, Gianfranco. Dicionário de política. (Trad.) Carmen C. Varriali et al. 12 ed. Brasília: 

Editora Universidade de Brasília, 1999. BRASIL. Constituições do Brasil (1969;1967;1946;1937;1934;1891;1824). 6 ed. São Paulo: Atlas, 1983. 

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio século XXI: o dicionário da língua portuguesa. 3 ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999  

obs : no livro de julia bush Mulheres contra o voto Anti-sufragismo feminino na Grã-Bretanha, a autora relata que Mulheres britânicas que resistiram à sua própria emancipação foram ridicularizadas pelas sufragistas e, desde então, negligenciadas pelos historiadores. Ainda assim, essas mulheres, junto com os milhões cuja indiferença reforçava o caso da oposição, afirmavam formar a maioria do público feminino às vésperas da Primeira Guerra Mundial. Em 1914, os "antis" organizados rivalizavam com as sufragistas em número, embora não em termos de ativismo em busca de publicidade. A Liga Nacional de Oposição do Sufrágio Feminino era dominada pela liderança autoconscientemente masculina de Lord Cromer e Lord Curzon, mas também fortemente dependente de um quadro impressionante de mulheres líderes e de uma adesão majoritariamente feminina.

Mulheres contra o voto examina três grupos de mulheres que se sobrepõem: reformadoras maternas, escritoras e senhoras imperialistas. Essas mulheres são então seguidas para a ação como ativistas por direito próprio, bem como apoiadoras dos homens anti-sufrágio. A colaboração entre os sexos nem sempre foi direta, mesmo dentro de um movimento dedicado a papéis de gênero separados e complementares. Enquanto as mulheres anti-sufrágio perseguiam suas próprias agendas políticas e sociais variadas, elas demonstravam sua afinidade com o conservadorismo social dominante do movimento feminino britânico. A história redescoberta do anti-sufragismo feminino oferece novas perspectivas sobre as campanhas a favor e contra o voto. Ele também faz uma contribuição importante para a história mais ampla do ativismo social e político das mulheres no final do século XIX e no início do século XX na Grã-Bretanha.





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